•Chapter 20•
Josh Beauchamp
(Leiam ouvindo a música)
Los Angeles| 23:22pm
— Gabrielly? — arregalo os olhos, meu coração erra uma batida. — É ela, a minha Gabrielly. — Saio do bar e caminho até ela que estava estática me olhando.
— Joshua? — eu corro em meio as pessoas e a abraço, ela fica parada sem reação por um tempo, mas logo retribui. — V-você está v-vivo?! — ela diz com a voz embargada.
— Estou, meu amor, estou vivo. — beijo seus cabelos e logo separamos o abraço e nos encaramos. Eu olho em seus olhos e ela nos meus. — você está diferente. — acaricio seu rosto e seco com meus polegares suas lágrimas. —
— É estou, eu mudei Joshua, mudei muito. — ela diz baixo, mas consigo ouvir. — estou feliz que esteja vivo.
— senti sua falta, te procurei até hoje. — colo nossas testas.
— também senti a sua. — sinto sua respiração bater contra meu rosto, por conta da proximidade.
— o que eu perdi? — diz uma voz feminina, fico ao lado de any e vejo que quem fala é uma menina alta, de olhos azuis e cabelos claro.
— Gente esse é o Josh. — Any diz e vejo a expressão surpresa das meninas.
— O famoso Josh, achei que estava morto, todas nós achamos. — diz uma mulher alta de pele escura, bem bonita por sinal.
— então parece que vocês já sabem bastante sobre mim, né?! — elas assentem.
— Bom Josh essa são minhas amigas, Diarra, Hina, Savanna, Shivani, Dytto, Fefe e Heyoon. — ela diz enquanto aponta para cada uma que acena.
— Prazer meninas. — sorrio de forma gentil.
— Acho que vocês tem muito oque conversarem e eu também não quero ser vela, vamos deixa-los a sós. — diz a tal de yoon e as meninas vão junto com ela até o bar.
— temos mesmo o que conversar, mas não aqui, está muito barulhento. — ela assente, pego sua mão.
— Aproveita cachorra. — vejo uma das meninas gritar do bar, mas não consigo identificar. Caminhamos até a saída e entramos no meu carro. Olho para Any que parecia nervosa.
— Você está tão linda, mudou bastante mesmo não fazendo vários anos que não nos vemos. — ela sorri tímida, beijo sua bochecha. Ligo o carro, ligo o som e dou partida.
Fico pensando no caminho até meu apartamento o quanto Any mudou, não só sua aparência parece que coisas muito mais além mudaram, o que será que aconteceu com ela depois que foi sequestrada? Eu tenho medo de perguntar, medo porque sei que não fui capaz de salva-la, eu não fui.
O que mudou na any foi o cabelo ele está ondulado, espero que seja temporário prefiro os cachinhos dela; sua pele parece que ganhou mais coloração, ou deve ser maquiagem ou bronze; seu corpo evoluiu ganhou mais forma, pelo jeito ela deve malhar. A postura dela também mudou agora ela parece mais confiante, sua postura passa isso poder e auto-confiança.
Pelo menos eu ela não mudou seu sorriso por mais que ela não tenha sorrido tanto.
Assim que chegamos estaciono o carro, logo pegamos o elevador que nos deixou na porta de nosso apartamento. Abro a porta do apartamento após reconhecimento facial, entramos e Any observa o local que não mudou nada.
— continua a mesma coisa. — ela diz após analisar o local.
— sim continua. — digo assentindo com a cabeça. — pode ir para a sala vou pegar algo na cozinha. — digo e ela vai prontamente. Vou até a cozinha e pego dois copos, pego a jarra de suco e despejo o líquido no copo, guardo a jarra, pego os copos e vou para a sala. Dou o copo para a Any que eu estava sentada no sofá, me sento a seu lado. — Bom... Acho que você pode começar.
— É posso. — ela batuca com seus anéis no copo em um ato de nervosismo, seguro sua mão lhe passando confiança. Ela Respira fundo e começa. — naquele dia que em que coller me sequestrou, ele me levou para um cativeiro, lá ele me disse que como você me observava a um bom tempo, o que me deixou confusa, ele disse que era apaixonado por mim e que me amava e que ninguém iria tirar eu dele e outras coisas da qual não me recordo tão bem.
— Ele é um louco obcecado. — ela concorda.
— eu fiquei um tempo no cativeiro, especificamente uma semana até que ele me levou para Inglaterra onde eu morava a um mês atrás. Lá eu passei coisas horríveis na mão dele. — sua voz começa a embargar, então eu a abraço. — eu fiquei presa durante um mês em um porão frio, sujo, não era alimentada direito. Eu era estrupada e espancada praticamente todos os dias. — meu coração se aperta e eu sinto um nó se formar em minha garganta, a puxo para um abraço, a abraço forte. Eu já chorava e ela também.
— Me perdoe, princesa, me perdoe por não ter sido capaz de te salvar, por não ter te encontrado, me perdoe. — digo a apertando em meus braços, enquanto as lágrimas escorrem livremente.
— Não precisa pedir perdão, você tentou, obrigado pela sua preocupação. — ela diz e separa nosso abraço e eu limpo as minhas e as suas lágrimas.
— Só me perdoe, eu me sinto um lixo por ter deixo você passar por isso.
— te perdôo, agora deixa eu continuar. — sinto um alívio no peito por ter seu perdão. — um dia eu fiquei doente e ele me levou para um dos quartos da casa, eu o manipulei e ele me deixou ficar por lá, ele começou a me dar mais liberdade de andar pela casa, eu aproveitei isso e comecei a observá-lo, não só ele e sim todos, eu aprendi muita coisa sobre como funciona gangs e máfia com ele e mais os outros que tinham na casa, fiz aliados e montei uma gang de mulheres fortes e empoderadas, planejei minha vingança junto com meus aliados, torturei e matei Coller e seus capangas junto com minhas amigas, depois de um tempo matando lá eu vim pra cá para terminar minha vingança e hoje ela terminou. — ela sorri. — eu matei César e minha mãe. — fico estático e surpreso.
— Uau, eu não sei o que dizer. — ela ri.
— eu disse que mudei, não só por fora como por dentro, agora minha mãe, César e Coller estão juntos apodrecendo no inferno. Eu me dei a morte deles de presente de aniversário. — arregalo os olhos. Hoje é aniversário dela como eu pude me esquecer. — Você deve está em choque por saber no que eu me transformei né? Uma assassina.
— Sim estou, eu sempre te achei incapaz disso, mas você me provou o ao contrário. Eu não vou te julgar Any, por ter se tornado gângster e assassina. eu sou bem pior que isso. — sussurro a última parte. — agradeço por sua sede de vingança, porque acho que foi por isso que não desistiu.
— esse foi o meu maior motivo. — ele sorri eu retribuo.
— Feliz aniversário, me desculpe por esquecer, eu nem sei que dia é hoje. — rimos.
— obrigado. — eu a abraço. — é agora o suco está quente. — Rio anasalado.
— Sabe josh, você diz que eu mudei, mas você também mudou está mais forte, até deixou a barba crescer.
— é deixei, acho que descontei minha angústia com treinos. — ela ri.
— Agora eu não sei oque dizer. — rimos.
— também não. — nos encaramos, ficamos nos olhando um nos olhos do outro ponho uma mecha do cabelo de Any para trás e faço um carinho em seu lindo rosto. — você não sabe o quanto senti sua falta, falta de dormir com você, do seu frango assado... — ela ri e eu continuo acariciando seu rosto. — eu até hoje não lavei a fronha do travesseiro que você usou pela última vez. — ela ri e depois faz careta.
— Ewww Joshua. — Rio.
— Era assim que eu consiguia lembrar do seu cheiro.
— não me lembro de ser tão fedida. — ela finge se cheirar me fazendo gargalhar.
— você entendeu o que eu quis dizer. — ela assente sorrindo, eu amo o sorriso dela. — eu também senti falta de uma coisa.
— Ah é? — assinto. — O que?
— Do seu beijo. — me aproximo mais dela pego em sua nuca e olho em seus olhos pedindo permissão e ela assente positivamente. Selo nossos lábios, era um beijo bom, um beijo de saudade, de desespero, por mais que não tenhamos nos beijado quase nada, eu senti saudades. Peço passagem para adentrar minha língua em sua boca e ela permite rápidamente, seguro seus cabelos com uma mão, enquanto a outra desço até sua cintura e a aperto. Nossas línguas exploravam um a boca do outro e ao mesmo tempo batalhavam por espaço que está escasso, separamos com selinhos por conta da falta de ar.
To be continued???
Hi🖤!
Espero que tenham gostado?!
Cu doce me dá agonia, então faço acontecer logo. Concordam ou não?
Relevem os erros!
Votem e comentem!
Bjs😘!
Xoxo Luiza🖤!
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