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Capítulo Dois

"ser de verdade seduz mais"

ANY GABRIELLY
EUA · Califórnia · Los Angeles


Eu não sei que horas eram quando a festa por fim terminou, pois quando dei conta já tinha bebido além da minha consciência e dançado até não ter mais força nas pernas. Sina não ficou diferente, o pior é que ela quando ultrapassava os limites acabava fazendo tudo o que não tem para fazer sóbria.

Ela deu tanto em cima do Urrea que fiquei me questionando se ele era apenas tímido ou gay, porque é a Sina Deinert! A minha amiga não é qualquer uma. Ou talvez ele estivesse apenas se segurando para não ultrapassar os próprios limites.

Acreditei na última possibilidade.

O Sr. Beauchamp estava a todo instante tentando controlar seus sobrinhos descontrolados e festeiros.

Eu fui para o outro lado da mansão, onde fica uma extensa varanda coberta e me joguei no sofá por me sentir fraca demais para entrar na mansão e ir para o andar acima.

De olhos fechados fiquei por um longo tempo até me sentir sendo observada.

Abri meus olhos lentamente e me sentei adequadamente no sofá. Encarei o homem a poucos metros de mim.

- Sr. Beauchamp. - sussurrei o olhando de cima a baixo.

- Só Josh. Senhor me faz parecer velho. - falou se aproximando em poucos passos.

- Josh. - falei baixo e ele se agachou na minha frente.

- Já coloquei todos de volta para suas casas e Sina está no quarto, terei que carregar você também? - perguntou me fitando fixamente.

- Acho que sim. - mordi meu lábio inferior. - Minhas pernas estão tão moles que parece que eu transei por horas.

Falei abertamente e ele gargalhou.

Que risada gostosa, meu Deus!

- Então eu te levo, princesa. - ele disse com a voz rouca que me desestabiliza.

Eu segurei nos ombros dele e ele me puxou pela cintura, logo me ergueu no colo segurando com outro braço as minhas pernas. Segurei em seu pescoço deixando meu rosto tão próximo ao dele.

Analisei bem a face. Ele tem uma mandíbula marcada e coberta por uma barba bem aparada, o nariz é arrebitado e os lábios são finos, porém muito convidativos.

- O que você usa na pele? Você parece ter a minha idade. - falei e passando meu polegar pela bochecha dele, descaradamente.

Vi ele dar um sorrisinho discreto enquanto me carrega para o quarto de hóspedes.

- Hidrato e uso protetor solar todos os dias. Também faço limpeza de pele toda a semana possível. - contou o segredinho para manter a jovialidade.

- Vou começar a investir nisso, só falta o dinheiro. - falei e ele que olhava para a frente me encarou por alguns breves segundos.

- Você tem uma pele sedosa. - ele disse simplesmente.

Josh parou em frente ao quarto e eu ainda em seu colo abri a porta e ele me levou até a cama.

- Obrigada, Josh. - eu beijei o rosto dele.

- Durma bem, se precisar de algo pode me chamar, meu quarto é o último do corredor. - falou se afastando.

- Obrigada. - agradeci mais uma vez antes dele sair e fechar a porta.

...

Não sei que horas são, mas eu sinto como se tivesse dormido por uma década. Eu me levantei da cama e vi que estava com a mesma roupa da festa.

Por me sentir um pouco tonta caminhei até o banheiro de hóspedes do corredor e entrei.

Eu gritei e a pessoa que estava saindo do box também.

- Porra, me desculpa. - eu falei tampando os olhos.

- Sem problemas. Eu deveria ter trancado a porta. - Noah falou.

Eu sai rapidamente do banheiro me sentindo muito envergonhada.

- O que foi isso? - Josh apareceu no final do corredor.

- Eu entrei no banheiro e encontrei alguém lá, deveria ter batido na porta, mas estou tão lesada. - murmurei. - e doida para fazer xixi.

- Você pode usar minha suíte, se quiser claro. - Josh ofereceu e eu nem hesitei em aceitar.

Eu fui indo na frente, bem abusada, entrei no quarto e corri para o banheiro esvaziar a bexiga que parecia estar prestes a explodir.

Eu lavei minhas mãos e meu rosto com sabonete tirando todo o resquício de maquiagem. Ajeitei meus cabelos e sai do banheiro um pouco envergonhada.

- Que horas são? - eu perguntei olhando para Josh que estava com o celular em mãos, sentado na beira da cama.

- Uma hora e meia da tarde. - me notificou.

- Obrigada por ter me deixado usar o banheiro, eu realmente precisava. - agradeci e ele me encarou.

- Sempre que precisar pode usar sem problema algum. - foi educado e eu sorri.

- Posso te fazer uma pergunta? - perguntei me aproximando dele.

- Claro. - ele deixou o celular de lado para poder focar sua atenção em mim.

- Você é casado? Ou namora? - perguntei e ele não pareceu supreso com a pergunta.

Ele deu um sorriso de lado antes de me responder.

- Não, estou solteiro no momento. - falou. Me sentei ao seu lado na cama.

- Que desperdício. - comentei e ele riu. - Você é um homem bonito e educado, Sr. Beauchamp, deveria arranjar alguém. Deve ter o mundo aos seus pés.

- Eu realmente tenho as pessoas fáceis aos meus pés, mas como você eu nunca vi igual.

Eu franzi a testa enquanto ele sorri como um cafajeste.

- Eu não entendi. - falei arqueando a sobrancelha.

- Você não é boba, srta. Soares.

- Me chame apenas de Any, ou Gabrielly.

- Não, você continua a me chamar de Sr. Beauchamp. - retrucou e eu dei um sorriso cínico.

- Apenas fale o que quer.

- Sei que está tentando de alguma forma conseguir algo de mim. - ele disse e tocou a minha perna.

- Algo de você?

- Sim, só preciso saber o que quer. - ele acariciou minha perna por cima do tecido da saia longa.

- Não gosto de mentiras ou enrolação, gosto de sinceridade e objetividade. - falei colocando minha mão sobre a dele. - Desde ontem você não sai da minha mente, estou atraída e eu não gosto de me sentir assim por muito tempo.

- Como podemos resolver isso então? - me questionou olhando no fundo dos meus olhos.

Seu rosto está muito perto do meu. Perigoso demais para mim.

- Eu vou voltar para minha casa, espero que isso passe logo. - eu me levantei.

- Está com medo. - ele afirmou. - Porque eu sou o tio da Sina, tem medo do que ela pode pensar se rolasse algo entre nós dois.

- Tenho. - assumi sincera. - Não sou do tipo que faz sexo casual, por isso não fui mais longe.

- Está certa, se você tem seus princípios os mantenha. - ele disse vindo para perto de mim. - Atração é algo passageiro.

- Tem razão, tchau, Sr. Beauchamp. - eu dei beijo casto no rosto dele.

- Quer que eu te leve para casa? - se ofereceu.

- Quero. - falei e peguei minha bolsa. Antes de ir comi com Josh e Noah na cozinha e escovei os dentes com a escova que estava na minha bolsa.

Eu dei o endereço do meu apartamento para Josh e ele me levou com seu carro que deveria custar milhões de dólares. No meu bairro por cada rua que ele passou atraiu olhares.

Nossas realidades são muito diferentes.

- Obrigada por ter me trago até aqui, volte em paz para casa. - falei antes de sair do veículo. Mas não pude deixar de beijar a bochecha dele.

- Se cuide e não beba tanto quando não tiver alguém para te socorrer. - falou mandão.

- Prometo. - cruzei os dedos atrás de mim.

- Ótimo. - ele buzinou antes de partir.

Voltei a minha realidade de pobretona quando entrei em meu apartamento de três cômodos. Ele é limpo e bem organizado, apesar da infiltração decorrente das chuvas.

É pequeno, mas é o meu lugar de paz.

Eu tomei um banho e vesti um pijama. Eu tomei um remédio para dor de cabeça e tentei estudar um pouco mais a língua francesa.

Eu terminei a faculdade faz alguns meses, depois de tanto esforço, e o emprego ainda continuo a buscar, o que tem me sustentado é a renda que consigo por fora dando aulas de piano e música para algumas crianças e adolescentes ricos.

Cursei a faculdade de direito por cinco anos e estou estudando para passar no exame para finalmente poder atuar como advogada.

Tudo tem sido puxado desde que eu perdi minha mãe, a dois anos, mas eu tenho lutado com bravura para orgulhar ela seja aonde estiver.

Meu pai já não tenho mais contato a algum tempo, deixei de falar com ele quando se revoltou comigo por eu ter terminado com Lamar. Ele não aceita eu ter deixado Lamar em sua melhor etapa.

Infelizmente ele pensa que eu tenho que ficar dependente de Lamar, por me achar totalmente incapaz de conseguir fazer qualquer coisa sozinha.

Desde então eu tenho tentado provar mais para mim mesma de que meu pai está errado.

Tentei focar nos estudos, deixei de almoçar, mas eu também não conseguia me concentrar cem por cento, porque o maldito loiro sete anos mais velho não saía da minha cabeça.

Eu procurei por ele na internet e não encontrei muita coisa relevante, mas fiquei por dentro de alguns detalhes interessantes dele e de sua vida.

Detalhes que ele deixava a mídia social saber, porque ele parece o próprio mistério encarnado.

Resumidamente, ele é um homem solteiro, nunca teve um compromisso sério diante da mídia e tem muito dinheiro. E as fotos que tem dele são de tirar o fôlego.

Não sei quanto tempo eu fiquei caçando informações sobre o Beauchamp, só sei que o dia estava chegando ao fim quando vi pela pequena janela do quarto a lua cheia alumiar.

To be continued???

Já preciso deles juntos! E vocês?

O look do tiozão que eu esqueci de mostrar

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